Jean Oury, em 1985, sendo atualíssimo:
”(…) O que eu quero dizer com isso é que há uma resistência à mudança e uma resistência à instauração de uma função de diferenciabilidade. É uma resistência que, na minha opinião, é mais ou menos da mesma ordem que a resistência à cura no sentido de Freud: o que lhe permitiu elaborar o princípio do prazer. (…) Mesmo no plano coletivo, há algo que faz com que haja uma parte das pessoas que não queiram mudanças. (…) A repetição, a compulsão e a imposição da repetição são coisas que têm relação com a ‘pulsão de morte’, com um aumento da inércia, uma aumento de entropia.” (pg. 126)
OURY, J. 2009, O Coletivo. Ed. Hucitec, SP.